A Fonte Eterna

Que a Fonte Eterna de Tudo Que Existe Seja Sempre a Nossa Meta

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Fábula - A mosca e o coche.


Ia um coche com excesso carregado, e as vigorosas mulas que o puxavam por entre as pedras e lamas do caminho, pouco adiantavam. Animava-as o cocheiro com a voz, incitava-as com o chicote. Entretanto esvoaçava de uma para outra, em continua lida, uma mosca importuna fazendo o seu zunido. Por fim, venceu o coche as dificuldades do caminho: Graças a Deus, exclamou a mosca, cansei-me e afadigueime; mas enfim eis aí desembaraçado o coche; como não estariam essas pobres mulas, e esse pobre cocheiro, se lhe não tivesse valido!
MORALIDADE: Moscas destas não são raras de encontrar em toda a casta de negócios.

Criação Mental - Continuação 11


A vontade na criação mental.

Em nossa definição de criação mental, como adjetivo volitivo estamos atentando implicitamente para o que foi estabelecido nos fundamentos, no sentido de que a mente humana é inerente ou imanentemente criativa. Quer dizer, o ser humano é naturalmente criador, isto é, por força de funções naturais do seu aspecto mental. Ou, ainda, todo mundo faz criações mentais, voluntariamente, espontaneamente (repetimos) porque isto é natural no ser humano. Tais criações mentais, porém, são aleatórias; isto é, são feitas incidentalmente, ao acaso, de maneira desordenada, por falta de conhecimento de causa ou conhecimento das leis que regem o fenômeno de criação mental no campo cósmico através da mente humana. É exatamente este conhecimento que oferecemos ao estudante deste curso. Se ele assimilar este conhecimento, em teoria e prática, tornar-se-á capaz de fazer criações mentais volitivas, determinadas conscientemente pela sua vontade, deliberadamente ordenadas em relação às necessidades da sua vida particular e aos seus desejos, e também capaz de estar atento para evitar criações mentais espontâneas aleatórias cujos resultados possam lhe ser desvantajosos. Naturalmente, a vontade tem ainda papel relevante na ação posterior do indivíduo para concretização do objetivo de sua criação mental.
Quando falamos em coisa ou situação "que desejamos", em nossa definição, estamos implicitamente indicando o sentido em que a vontade deve ser empregada para aplicação de arte da criação mental (aliás, é isto que a criação mental se torna com aquele conhecimento de causa: uma verdadeira arte). A vontade deve ser empregada justamente para a concretização de um desejo, nas fases da criação mental em que esta faculdade pode ser determinante, como veremos a seguir. Estamos também atentando para uma característica ou função natural do nosso ser: A função de desejar. Por isto a questão do desejo merecerá consideração especial, quando tratarmos do primeiro passo da criação mental.


Continua.....

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ora Direis Ouvir Estrelas


Como o Poeta, ora direis ouvir estrelas
Outrora ver as cores maravilhosas da harmonia do Universo
Conquanto o ouvir e ver se transforma em olhar e escutar
No intimo do ser as coisas mais belas
Que nas ondas e no brilho se transforma em verso
E nos enleva com carinho ao seio delas

Ser, ou não Ser, eis a quatão
Brada o poeta que se torna imortal
Em um enigma de fé e esperança
Que sua pergunta não seja em vão
Rompendo os grilhões do bem e do mal
Como um suspiro alegre de uma criança

Perguntas que bradam
Versos repondem
Trazendo respostas
Que nem sempre agradam
As verdades se escondem
Se mostram de costas

O ontem, o hoje, ou será talvez
Que o tempo comprove
O que somos, seremos ou fomos
O que importa a cada vez
É que se viva e se inove
O que na vida compomos


Para mim serei o que Sou
Já a você o que pensas
A outro nem tanto
A mim importa onde estou
já você me dispensas
E ao outro agradou

Como ser Eu pra você
Quando pensas ser Tú
E ele distante ignora
É quando a verdade aflora
Bem do fundo do baú
Vamos todos, o presente agradecer

O Passado o Futuro e o Presente
Se reunem sempre no Agora
Que louva a Fraternidade
Onde Eu Sou o Ser Vivente
Onde o fio do que Somos aflora
Na Graça da Eternidade

Levi

Fábula -O ladrão e o cão.


Quis um ladrão entrar em uma casa; mas para guardá-la havia um cão, que com seus latidos o impedia.
Para fazê-lo calar-se, o ladrão atirou-lhe um pedaço de pão. Bem te entendo, disse o cão, queres que por esse pão te venda o meu senhor que me dá de comer toda a minha vida, e que me confiou a defesa do que é seu; guarde teu pão; hei de ladrar até que acorde a gente da casa; e se te pilho, fisgo-te os dentes que te hão de curar do ofício. Não podendo corromper essa fidelidade, nem iludir essa vigilância o ladrão foi ver se achava alguma casa mais descuidada.
MORALIDADE: Não acredites nem de leve na generosidade de quem mostra querer obsequiar-te, e nunca, por consideração alguma, atraiçoes aos que em ti houverem confiado.

10 fórmulas anti-stress


O stress é um mal do século XXI, e afeta grande parte da população ativa, ele tem o poder de desorganizar nossa vida. Dores de cabeça, esquecimentos, batimentos cardíacos acelerados, mau humor, choros, músculos doloridos ou mãos frias e húmidas podem ser alguns sintomas. Mas diminuir os efeitos não é impossível, principalmente se adotar alguma fórmula anti-stress.


Dores de cabeça, mau humor, choros, esquecimentos, batimentos cardíacos acelerados, dores musculares, mãos frias e húmidas. Já sentiu alguns destes sintomas?
Então, se sim, você é mais uma vitima desta doença tão atual e que afeta quase a totalidade da população ativa no mundo.
Mais de metade da população ativa passa, pelo menos, um quarto do seu dia de trabalho realizando atividades em alta velocidade e com prazos curtos e rígidos.
Se quer tentar começar o seu dia com menos stress, leia com atenção os nossos conselhos:


1 - Acorde mais cedo - Em vez de começar o dia no meio do maior stress porque não tem tempo para fazer nada, experimente levantar-se um pouco mais cedo e organizar melhor as suas manhãs. Não se deixe tentar pelo calorzinho dos cobertores e salte da cama assim que o despertador tocar. Tome um bom café da manhã, um banho relaxado e comece o dia descansado e com o pé direito.


2 - Planeje o seu dia - Tente perceber em que ponto do dia a sua produtividade está em alta. Há pessoas que rendem mais de manhã enquanto outras funcionam a 100% mais pela tarde. Escolha o período em que tem mais energia e deixe para essa altura as tarefas de maior responsabilidade ou que exijam maior criatividade. Lembre-se, no entanto, que por muito organizado que seja, há imprevistos que nunca consegue controlar.


3 - Defina prioridades - Não queira fazer tudo ao mesmo tempo, nem queira fazer tudo sozinho. Faça uma listagem das suas reais prioridades e tente cumpri-la. Ponha os assuntos que exigem mais de si em primeiro lugar mas tente não descurar os pequenos assuntos que tendem a ficar esquecidos.


4 - Saiba dizer não - Quando se sentir demasiado pressionado tenha coragem de dizer basta!. Se o seu chefe lhe parecer demasiado empenhado em não o deixar respirar, exigindo-lhe demais, explique-lhe que, apesar de tentar, não consegue fazer tanta coisa ao mesmo tempo. Tente também não cair na asneira de estar sempre fazendo trabalho dos seus colegas. Sempre que poder ajudar, ajude, mas não deixe que eles fiquem mal habituados.


5 - Crie bom ambiente - Pensamentos positivos ativam as energias positivas que temos em nós. E depois, simpatia gera simpatia. Elogie, seja prestável e simpático para os seus colegas. Ao trabalhar num local com bom ambiente tudo fica mais fácil. Aquilo que dantes lhe parecia uma tarefa dificílima vai passar a parecer o mais simples dos problemas.


6 - Aprenda a relaxar - Nada melhor do que depois de um dia estafante o poder chegar a casa e tomar um longo banho ou deixarmo-nos ficar estendidos no sofá horas a fio a ver tudo e mais alguma coisa na televisão. Conceda a si mesmo esses momentos que são preciosos para descomprimir o stress do dia-a-dia.


7 - Mude de rotina - É importante que você consiga viver para além do trabalho. Dê a si próprio presentes depois de conseguir fazer um trabalho complicado. Que tal aquele livro que sempre quis ou aquela camisola caríssima? Depois, também é importante saber deixar o trabalho à porta antes de entrar em casa. Só em casos extremos é que deve levar trabalho para concluir em casa.


8 - Tenha vida social - "Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque". Nunca ouviu dizer? Tenha uma vida social ativa porque desta maneira vai ser mais fácil de não pensar nos problemas que deixou para trás no escritório. Vá a festas, ao cinema ou ao café. Aproveite o que de melhor a vida tem para lhe oferecer.


9 - Dedique-se a uma atividade criativa - Utilize os seus tempos livres para se dedicar a uma atividade que puxe pela sua concentração e criatividade. Tendo a sua mente ocupada não vai ter tempo para pensar nem se chatear com os problemas do dia-a-dia ou do trabalho. A pintura é um bom exemplo.


10 - Melhore a sua vida sexual - Esta é também uma óptima solução para combater o stress acumulado durante um dia de trabalho. Ter uma vida sexual ativa e saudável é meio caminho andado para se sentir uma pessoa plenamente realizada e, desta forma, sentir-se mais confiante.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Fábula - A rã e o rato.


Desejava um rato passar um rio; porém tinha medo, não sabia nadar. Ofereceu-lhe uma rã os seus serviços, pronta a levá-lo para outra banda, se quisesse atar-se com ela. Consentiu o rato, e com um cordel amarrou uma das suas patas, e atou na outra ponta o pé da rã. Entraram na água; a maliciosa rã, escarnecendo do companheiro, procurava, mergulhando, puxá-lo para o fundo e afogá-lo. O rato forcejava em resistir-lhe. Nesta lida estavam, quando vem voando um gavião; dá com eles, e de ambos faz seu almoço.
MORALIDADE: Raramente os maus triunfam: se conseguem prejudicar os bons que neles se fiam, acham logo outro mau que os castiga.

Criação Mental - Continuação 10


Definição de criação mental.

A definição operacional de criação mental segue-se imediatamente ao que foi postulado em nossos fundamentos. Nos termos mais simples possíveis, entendemos por criação mental:

<o uso volitivo (consciente) de funções da mente para obtermos alguma coisa ou alcançarmos alguma situação que desejamos>.


Se desejarmos alguma coisa, trabalhamos para ganhar dinheiro e a compramos; e, se desejamos alcançar alguma situação particular, tomamos providências objetivas para este fim, como deslocamento pessoal, arranjo especial do ambiente, etc. Não há nada especial ou inusitado nisto. Portanto, evidentemente, em nossa definição simplificada, "obtermos alguma coisa" e "alcançarmos alguma situação" são providências que se referem a um ato criativo deliberado e de início puramente mental. Neste deliberado ato mental está à diferença em relação a esforços normais e usuais de concretização de desejos. Em outras palavras, a expressão criação mental se justifica nesse ato interno da mente.
É claro que, no caso de um invento, há uma concepção mental espontânea como primeiro passo (como pode haver nos outros casos). Isto é, primeiro a pessoa concebe em sua mente a sua invenção; depois parte para as providências objetivas com o fim de concretizar o invento. Aliás, isto vem confirmar que, como dissemos na introdução deste curso, todo ser humano é potencialmente criador e tem a criação mental como uma aptidão basicamente natural. Todo mundo faz criações mentais sem saber disto e, portanto, sem controlar o processo. Mas, no ato criativo mental deliberado, conscientemente planejado e dirigido, está à diferença entre mesmo um invento natural e a criação mental como ensinamos neste curso. Além disso, o "mecanismo" da criação mental, que estudaremos logo a seguir, também distingue os dois casos, se deliberadamente desencadeado (do contrário, como ficará evidente no prosseguimento deste curso, uma invenção pode ser um caso de criação mental natural - sem conhecimento de causa).
Portanto, há uma diferença fundamental entre o trabalho mental que precede nossas providências comuns ou normais para "obtermos alguma coisa" ou "alcançarmos alguma coisa" e o que chamamos propriamente de criação mental. Um exemplo ajudará a esclarecer essa diferença:
Pense de início num indivíduo que, impelido por sua natureza criativa, passou a se preocupar com o problema de as peças se molharem na chuva. Não haveria um meio de elas se prevenirem contra isso? ou de se protegerem da chuva mesmo enquanto estivessem caminhando a céu aberto? a preocupação desse individuo desencadeou o processo psíquico próprio da criatividade da mente humana e, um dia, surgiu em sua consciência uma primeira idéia, uma idéia básica e geral: "se cada pessoa pudesse levar consigo uma pequena cobertura, ou um pequeno teto individual, o problema estaria resolvido"! Com isto, o processo mental de criação adquiriu uma direção ou um sentido específico (conceber o tal "teto individual"). Muitos detalhes foram trabalhados pela mente desse indivíduo, até que ele pôde conceber o guarda-chuva - Maravilhosa invenção a que até hoje tanto devemos! O resto (que de início não deve ter sido nada fácil) foi questão de tomar providências objetivas, usando inteligência, intuição e habilidade manual, em tentativas que acabaram levando à materialização ou concretização daquela concepção mental.
Portanto, num caso como este, de um invento prático, a criação parece ocorrer em duas fases ou etapas desconexas, separadas, guardando entre si apenas uma ligação lógica. Isto é, a concepção mental do guarda-chuva não parece causa do objeto real (o guarda-chuva concreto). Em outras palavras, não parece haver uma relação de causa e efeito ou relação causal entre a concepção mental e a materialização do invento.
O importante, neste ponto, é que você tome consciência de que existe a diferença que mencionamos acima, e de que ela reside justamente em que a pessoa que faz uma criação mental como ensinamos neste curso está consciente dessa relação causal entre a concepção mental e a concretização do objeto da criação (um desejo da pessoa). Isto é, ela sabe que, quando concebe mentalmente o que deseja criar, está desencadeando um processo (sutil, invisível, misterioso mesmo) que vai provocar a concretização do seu desejo. Portanto, essa concretização, com ou sem a participação direta da pessoa, é um efeito da concepção mental!


Continua.....

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mabel Collins




Mabel Collins escreveu alguns livros, e dos que lí dois deles considero muito bons, pelas suas colocações de forma direta, onde mostra o comportamento e o modo de vida que deve ter todo aquele que busca o conhecimento e a transformação espiritual; Luz no Caminho é práticamente um Manual que deve estar sempre a mão e ser relido varias vezes para se poder apreender o que ali está escrito, pois sua luz é tão forte que ofusca a primeira vista; “Pelas Portas de Ouro” pode-se dizer que é a consequencia de Luz no Caminho, pois todo aquele que percorreu o caminho e encontrou a Luz, viu que ela emanou das Portas de onde emana a Sabedoria, e que estas portas só podem ser aberta com a chave que trazemos guardadas dento de nosso Coração, e que ela só pode ser retirada do coração para abrir esta porta pelas mãos da humldade e da bondade profunda, e que para se adentrar nesta porta precisamos vestir o véu da pureza de pensamentos.
Retirados da Internet, abaixo segue alguns excertos dos pensamentos de Mabel Collins, para que possam apreciar um pouco do que tem nos livros desta autora iluminada, e recomendo a todos que possam procurem ler estes dois livros, pois tenho certeza que seu modo de pensar e de ser se modificará para melhor,


Alguns Pensamentos de Mabel Collins

QUANDO o discípulo está preparado para aprender, então é aceito e nreconhecido. Assim deve ser porque ele acendeu a sua Lâmpada, e esta não pode mais ficar oculta.

Absolutamente, cada homem é, para si mesmo, o Caminho, a Verdade e a Vida.

As Três Verdades absolutas:
1ª) A Alma do homem é imortal e o seu futuro é o de algo cujo crescimento e esplendor não têm limites;
2ª) O Princípio que dá a vida mora em nós e fora de nós; é imortal e eternamente benéfico; não é ouvido, nem visto, nem apreendido pelo olfato, mas pode ser percebido pelo homem desejoso de o perceber; e
3ª) Cada homem é seu absoluto legislador, o dispensador de glória ou de escuridão para si mesmo, o decretador de sua vida, recompensa e punição.

Antes que os olhos possam ver, devem ser incapazes de lágrimas.

Antes que o ouvido possa ouvir, deve ter perdido sua sensibilidade.

Antes que a voz possa falar na presença dos Mestres, deve ter perdido o poder de ferir.

Antes que a Alma possa estar na presença dos Mestres, seus pés devem ser lavados com o Sangue do Coração.

Mata a ambição.

Mata o desejo de viver.

Mata o desejo de conforto.

Trabalha como aqueles que são ambiciosos.

Respeita a vida como aqueles que a desejam.

Sê feliz como os que vivem em função da felicidade pessoal.

Deseja somente o que está dentro de ti.

Deseja somente o que está além de ti.

Deseja somente o que é inalcançável.

Pois dentro de ti está a Luz do Mundo – a única Luz que pode ser projetada sobre o Caminho.

Se fores incapaz de percebê-La dentro de ti, é inútil procurá-La em outra parte.

Está além de ti, porque quando a alcançares já te perdeste.

É inatingível porque sempre recua.

Entrarás na Luz, mas nunca tocarás na Chama.

A Sabedoria está ‘além de nós’ porque só podemos alcançá-La deixando de lado o pequeno eu pessoal e ativando o hemisfério cerebral direito – sede da intuição espiritual.

Como ensinou São Francisco de Assis, é morrendo que se nasce para a Vida Eterna.

É deixando de existir para o hemisfério cerebral esquerdo, lógico, linear e quase sempre prisioneiro do egocentrismo, que nascemos para a consciência do hemisfério cerebral direito, que é intuitiva, criativa, capaz de perceber simultaneamente cada instante e a eternidade
inteira.

Entraremos na Luz, mas nunca tocaremos a Chama, porque ela é de uma dimensão superior à humana.

Mata todo sentido de separação.

Não te iludas imaginando que podes te afastar do mau e do insensato.

Eles são tu mesmo, embora em grau menor do que o teu amigo ou o teu Mestre.

Todavia, se permitires que cresça no teu interior a idéia de separação de qualquer coisa ou pessoa má, estarás criando um carma que te ligará a esta pessoa ou coisa, até que tua Alma
reconheça que não pode permanecer isolada.

Lembra-te de que o pecado e a vergonha do mundo são o teu pecado e a tua vergonha, pois tu és parte do mundo. Teu carma está inseparavelmente ligado ao Grande Carma.

O Poder que o discípulo deve cobiçar é aquele que fará com que ele apareça como nada aos olhos dos outros.

Aprende a olhar inteligentemente os Corações dos homens, mas de um ponto de vista absolutamente impessoal; caso contrário, tua visão estará distorcida.

A inteligência é imparcial: nenhum homem é teu inimigo; nenhum é teu amigo.

Todos são teus instrutores.

Teu inimigo torna-se um mistério que deve ser resolvido, mesmo que isto possa necessitar um longo tempo, porque o homem tem que ser compreendido.

Quando houveres encontrado o começo do Caminho, a Estrela da tua Alma mostrará a sua Luz; e, através desta Luz, perceberás como são grandes as trevas nas quais ela brilha.

Mente, Coração e cérebro, todos estarão obscuros e em trevas, até que a primeira grande batalha tenha sido ganha.

Não fiques apavorado nem aterrorizado com esta visão; conserva teus olhos fixos na pequena Luz… E ela crescerá.

Não vivas no presente nem no futuro, mas, sim, no eterno.

O homem que se crê justo prepara para si mesmo um leito de lodo.

Abstém-te, não para permaneceres limpo; mas porque se abster é um dever.

Estuda a sensação e observa-a porque unicamente assim poderás começar a entender a ciência do conhecimento próprio e colocar o pé no primeiro degrau da Escada.

Cresce como cresce a flor, inconscientemente, mas ardendo em ânsias de entreabrir tua Alma à brisa.

Assim é como deves avançar: abrindo a tua Alma ao Eterno.

Mas há de ser o Eterno Aquele que deve desenvolver a tua força e a tua beleza, e não o desejo de crescimento, porque, no primeiro caso, florescerás com a louçania da pureza, e no outro endurecerás com a avassaladora paixão da importância pessoal.

O Caminho tem de ser buscado por ser o Caminho, e sem ter em conta os teus pés que O devem percorrer.

Quando, após séculos de luta e de numerosas vitórias, ganhares a derradeira batalha e exigires o último Segredo, estarás, então, preparado para um Caminho mais avançado.

E quando o Segredo final desta grande lição for revelado, Nele estará aberto o mistério do novo Caminho – um Caminho que conduz muito além de toda experiência humana e que se acha absolutamente fora do alcance da percepção e da imaginação do homem.

Não desejes semear coisa alguma para a própria colheita; trata de lançar a semente cujo fruto alimentará o mundo.

Para cada temperamento existe uma Via que parece a mais desejável.

Contudo, só pela devoção não se encontra o Caminho, nem pela mera contemplação religiosa, nem pelo ardor de progresso, nem pelo laborioso sacrifício de si mesmo, nem pela estudiosa observação da vida.

Nenhuma destas coisas, por si só, faz adiantar o discípulo mais do que um passo.

Todos os degraus são necessários para subir a Escada.

Os vícios dos homens se convertem em degraus da escada, um a um, à proporção que vão sendo dominados.

As virtudes do homem são, em verdade, degraus necessários, dos quais não se pode prescindir de modo algum. Entretanto, ainda que criem uma bela atmosfera e um futuro feliz, são inúteis, se estão isoladas.

A natureza toda do homem deve ser sabiamente empregada por aquele que deseja entrar no Caminho.

Cada homem é absolutamente, para si mesmo, o Caminho, a verdade e a vida.

Só o é, porém, quando domina firmemente toda a sua individualidade, e quando, pela energia de sua acordada espiritualidade, reconhece que esta individualidade não é ele mesmo, mas
uma coisa que ele criou trabalhosamente para seu uso e por cujo meio se propõe – à proporção que o seu crescimento desenvolve lentamente a sua inteligência caminho – a alcançar a Vida além da individualidade.

Quando sabe que para isto existe a sua assombrosa vida complexa e separada, então, em verdade e só então, se acha no Caminho.

Busca-o nas profundidades do mais íntimo do teu ser.

Busca-O provando toda a experiência, utilizando os sentidos a fim de compreender o desenvolvimento e a significação da individualidade, a formosura e a obscuridade desses outros fragmentos divinos que com ele e a seu lado combatem e que formam a raça à qual
pertence.

Busca-O estudando as leis do Ser, as leis da Natureza e as leis do Sobrenatural: e busca-O
prosternando sua Alma ante a pequena Estrela que arde no seu interior.

Enquanto vigia e adora com perseverança, a sua Luz irá sendo cada vez mais brilhante. Então poderá reconhecer que encontrou o começo do Caminho.

E quando chegar ao fim, a sua Luz se converterá subitamente em Luz Infinita.

Não condenes o homem que cede. Estende-lhe a mão como a um teu irmão peregrino, cujos pés se tornaram pesados de lama.

Tem presente – ó discípulo! – que, por grande que seja o abismo que existe entre o homem
virtuoso e o pecador, é ainda maior entre o homem virtuoso e aquele que obteve o conhecimento; e é incomensurável entre o homem virtuoso e aquele que se acha nos umbrais da Divindade.

Portanto, guarda-te de imaginar, antes do tempo, que és alguma coisa distinta da massa!

Tu és uma parte da Harmonia!

Enquanto a natureza toda não tiver sido vencida e se tornado submissa ao Eu Superior, a Flor não poderá se abrir.

Mas, um dia, no silêncio profundo ocorrerá o misterioso sucesso, o qual provará que o Caminho foi encontrado.

É uma Voz que fala onde não há ninguém que fale… É um Mensageiro que vem, mensageiro sem forma nem substância…

É a Flor da Alma que se abriu, e com ela nascem a confiança, o conhecimento e a certeza.

Quando o discípulo for capaz de entrar no Templo do Saber, encontrará sempre o seu Mestre.

Distancia-te na batalha que se irá travar e, ainda que combatas, não sejas o guerreiro.

Procura o Guerreiro e deixa que ele combata por ti.

Recebe Dele as ordens para a batalha, e obedece-lhe.

Obedece-Lhe, não como se ele fosse um general, mas como se fosse tu próprio, e as tuas palavras faladas a expressão dos teus desejos secretos, porque ele és tu próprio, mas infinitamente mais sábio e mais forte do que tu és.

Procura-O bem; se não, na febre e na pressa da batalha, podes passar por Ele, e Ele não te conhecerá a não ser que o conheças. Se o teu grito encontrar o Seu ouvido atento, então Ele lutará em ti e encherá o inerte vácuo interior.

E se for assim, então poderás atravessar a batalha calmo e sem cansaço, pondo-te de lado e deixando que Ele se bata por ti.

Então te será impossível errar uma cutilada.

Mas se O não procurares, se passares por Ele, então não haverá para ti salvaguarda.

O teu cérebro ondeará, o teu coração se tornará irregular, e na poeira do prélio te falharão a vista e os sentidos, e não poderás distinguir os teus amigos dos teus inimigos.

Ele és tu próprio.

Tu, porém, és apenas finito e susceptível de erro; Ele é eterno e está seguro.

Ele é a verdade eterna.

Uma vez apossado de ti e tornado o teu Guerreiro, nunca te abandonará; e no dia da Grande Paz tornar-se-á uno contigo.

Tão somente através do teu próprio Coração vem a única Luz que poderá Iluminar tua vida e torná-la clara a teus olhos.

Procura em teu Coração a raiz do mal e arranca-a.

Esta raiz vive no Coração do discípulo fervoroso, tanto quanto no homem de desejos.

Somente o forte pode destruí-la.

O fraco tem que esperar o seu crescimento, a sua frutificação e a sua morte.

Não ouças senão a Voz que é insonora.

O artista puro que trabalha por amor à sua obra, está, às vezes, mais firmemente colocado no caminho correto do que o discípulo que imagina ter removido seu interesse de si mesmo, mas que, na realidade, só ampliou os limites de experiência e de desejo, e transferiu seu interesse para coisas relativas a uma dimensão maior da vida.

Não olhes senão o que é invisível, tanto ao sentido interno como ao externo.

O grande perigo para o discípulo, através de sua peregrinação, é que uma semente de orgulho espiritual germine dentro de si e afogue sua natureza superior, antes que ele esteja consciente de seu crescimento e cresça como erva daninha em boa terra.

A Palavra só vem com a Sabedoria.

Alcança a Sabedoria e alcançarás a Palavra.

Raul Branco.

FÁBULA - O leão, a vaca, a ovelha e a cabra.


Fizeram sociedade (quem tal diria?) uma cabra, uma vaca, e uma ovelha, com o leão, rei dos animais, e de parceria se puseram a caçar. Pilharam um veado, e para logo felicitando-se e esquecendo o cansaço, dividiram-no, em quatro partes. Chegou o leão e disse: “Esta é minha, pela lei do nosso ajuste: esta outra quero-a para mim, porque sou rei dos animais; a terceira me haveis de dar em obséquio à minha valentia; e quem tiver o arrojo de bulir na quarta há de haver-se comigo”. Os parceiros calaram-se: e que haviam
de fazer? antes perder o seu quinhão do veado, do que ter a mesma sorte que ele.
MORALIDADE: Em tudo lidai com os vossos iguais; pois sereis os primeiros que pagareis a superioridade de vossos aliados.

Criação Mental - Continuação 9


Mente consciente.
As funções mentais que apreciamos até este ponto têm em comum o fato de que temos consciência direta de sua ocorrência. É conveniente, por isto, agruparmos essas funções numa espécie de "divisão" da mente e chamarmos essa "divisão" de mente consciente. Isto servirá a fins didáticos e de comunicação. E a designação é fácil de guardar porque contém a palavra consciente, que lembra aquele fato comum a essas funções mentais (pensamento, sensação e emoção).
Mente subconsciente.
Existem funções mentais que não conhecemos diretamente, isto é, de que não tomamos consciência como nos casos de pensamentos, sensações e emoções. Inferimos sua existência de fatos que podemos perceber e observar. As funções internas do nosso organismo, por exemplo, são "automáticas" e, normalmente, não temos consciência de que elas estão ocorrendo. Exemplos disto é a circulação do sangue e o funcionamento das glândulas. Mesmo as atividades orgânicas de que em certos momentos e certas condições tomamos consciência (como o batimento cardíaco) não são dirigidas pela nossa mente consciente. Além disso, até nas ações e reações que deliberamos pela vontade, o "mecanismo" das próprias ações e reações também não é dirigido pela mente consciente. Podemos até desconhecer totalmente esse "mecanismo", o que ocorre de fato no caso da maioria esmagadora das pessoas. Assim decidimos caminhar e esse caminhar acontece "automaticamente". Só decidimos caminhar e para onde, com que velocidade, etc.; o resto "não somos nós que fazemos". A mesma constatação se aplica ao que você fez para ligar e desligar o computador.
Na observação desses fatos, torna-se evidente a atuação de alguma inteligência; isto é, as ações e reações executadas "automaticamente" seguem uma lógica, são inteligentes. É conveniente então atribuirmos à mente essas funções do nosso ser de que não temos consciência, ou que não temos consciência de dirigir, e as agruparmos numa outra "divisão" chamada mente subconsciente.
Temos assim a mente consciente, como a fase da mente de que temos consciência nos pensamentos, nas percepções "físicas" e nas emoções, e a mente subconsciente, como a fase da mente de que não temos consciência direta e cujas funções não dirigimos diretamente.


Observações especiais.
Duas observações fazem-se agora necessárias. Primeiro a de que é uma simplificação da estrutura da mente e evita complicarmos demais a nossa fundamentação teórica. Nesta observação, convém salientarmos que, como toda simplificação, esta deve ter seus pontos vulneráveis e discutíveis. O importante, porém, é que ela sirva aos nossos fins práticos de instrução para criação mental. A segunda observação é a de que, deixando de lado detalhes e diferenças de terminologia, esta "divisão" ou "estruturação" da mente é hoje de domínio público, isto é, "todo mundo sabe disso". Portanto, como não estamos interessados aqui num estudo profundo e minucioso do psiquismo humano, podemos passar para a criação propriamente dita. O importante é que já estabelecemos a nossa terminologia, para fins didáticos e de comunicação. No estudo da criação mental, acrescentaremos o que for necessário, a respeito da mente, a partir dessa terminologia.
Podemos então afirmar que:
<a mente humana se manifesta para nós de dois modos: conscientemente (mente consciente) e inconscientemente (mente subconsciente). Podemos dirigir algumas das funções da mente consciente (como os pensamentos). Porém não podemos dirigir diretamente as funções da mente subconsciente>.


Algumas observações que façamos ainda, agora, poderão ser proveitosas para as nossas instruções para criação mental, desencadeando uma reflexão preparatória. São as seguintes:

1. Devemos sempre lembrar que mesmo a mente consciente não é estritamente "nossa", já que a nossa "divisão" é apenas didática e a mente como um todo é uma função cósmica.


2. Tanto no caso da mente consciente como no caso da mente subconsciente, alguma energia é empregada para o trabalho próprio das funções e atividades mentais. Neste curso, estamos chamando essa energia de energia psi, a energia da mente, responsável pelas manifestações mentais.


3. A mente subconsciente é a fase transcendente da nossa mente. O significado desta palavra já foi estabelecido. Não podemos ter consciência direta, na mente consciente, da fase transcendente do campo cósmico, nem da natureza do ser cósmico. Portanto, é na mente subconsciente que estamos "mais diretamente ligados" à mente cósmica.
<a mente humana É imanentemente ligada a mente cósmica, através da mente subconsciente do ser humano> .


Sumário.
- O ser cósmico é criativo por natureza.
- Criação: manifestação da essência do ser cósmico. Não se pode fazer existir alguma coisa a partir de nada.
- Mente humana: aspecto ou fase do ser humano que se evidencia nas atividades internas que chamamos de pensamento, sensação, e emoção, bem como em atividades sutis que conhecemos indiretamente, através de efeitos de que podemos tomar consciência.
- Mente consciente: a "divisão" da mente de cujas atividades podemos ter consciência direta (pensamentos, sensações, emoções). Podemos dirigir diretamente essas atividades.
- Mente subconsciente: a "divisão" da mente de cujas atividades não podemos ter consciência
direta. Não podemos dirigir diretamente essas atividades.


Continua.....

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Fábula - O galgo velho e seu amo.


Bom caçador fora outrora um galgo; sempre farejava e descobria a presa, e quantas farejava, pronto fisgava. Seu amo enchia-o, de afagos e carinhos. Mas para os galgos, como para as pessoas, passam os anos, chega a velhice; o pobre galgo perdeu o faro, perdeu os dentes, e já não descobria a presa; e se a descobria, não a apanhava. Uma vez, um coelho, que ele conseguira apanhar, safou-se-lhe da desdentada boca. O amo chega, e irado o açoita.
Senhor, disse-lhe chorando o velho, pois não mereço, em atenção aos serviços passados, não mereço alguma compaixão?
MORALIDADE: A lição deste galgo vos diz como sereis tratados por aqueles a quem já não puderdes servir.

Receita de Dona Cacilda


Textos que circulam pela Internet.

Dona Cacilda é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão.

E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução.

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que
enfeitavam a janela.

Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

- Ah, eu adoro essas cortinas...
- Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto...
Espera um pouco...
- Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto, não depende de como a mobília vai estar arrumada...
Vai depender de como eu preparo minha expectativa.

E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem...
Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

- Simples assim?
- Nem tanto; isto é para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas é bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em consequência, os sentimentos.

Calmamente ela continuou:
- Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira aquilo que guardou.
Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, sábio é quem a simplifica.

Depois me pediu para anotar:


COMO MANTER-SE JOVEM

1. Deixe fora os números que não são essenciais. Isto inclui a idade,o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome do Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.
5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem, aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não consegue melhorá-la , procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde haja culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

Somos consequência do que pensamos, Deus dá apenas condiçoes de sermos o que queremos SER; se alegra com nossas alegrias e sofre com nossos sofrimentos!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

FÁBULA - O lobo, o veado e a ovelha.


Tendo-se ajustado com um lobo, foi um veado ter com uma ovelha, e lhe pediu que restituísse o trigo que lhe havia emprestado. A ovelha, vendo o reforço a que o impostor havia recorrido, percebeu que só por manha livrar-se-ia. Bem, disse; mas ando agora em tais apuros, que não posso cuidar de negócios, nem tenho um grão de trigo. Volte daqui a oito dias, e conversaremos. Retirou-se o veado., satisfeito com a esperança. Passados alguns dias, encontrando-se com ele, a ovelha o desengana, declarando que nada
lhe devia, e nada lhe havia de dar.
MORALIDADE: Quando contra nós alguém se levanta em presença de nossos inimigos, manda a prudência calar, até que venha a oportunidade de nos desagravarmos.

Uma lição de amor

Textos que circulam pela Internet.


Tente ler sem chorar!!!


Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes. Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: "Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir.

Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e só acordar após tudo isso." Sem notar, eu fui andando até a seção de brinquedos, e lá eu comecei a bisbilhotar os preços, imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros.

Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos pressionando uma boneca contra o peito. Ele acarinhava o cabelo da boneca e olhava tão triste, e fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava.

O menino virou-se para uma senhora próximo a ele e disse: "Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?" A senhora respondeu: “ Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu querido!" E ela perguntou ao menino, se ele poderia ficar ali olhando os brinquedos por 5 minutos, enquanto ela iria olhar outra coisa.

O pequeno menino estava segurando a boneca em suas mãos. Finalmente eu comecei a andar em direção ao garoto e perguntei para quem ele queria dar aquela boneca e ele respondeu: "Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava, e queria muito ganhar. Ela estava tão certa que o Papai daria esta boneca para ela este ano.

Eu disse: "Não fique tão preocupado, eu acho que ele irá dar a boneca para sua irmã." Mas ele triste me disse: "Não, o Papai não poderá levar a boneca onde ela está agora. Eu tenho que dar esta boneca pra minha mãe, assim ela poderá dar a boneca à minha irmã, quando ela for lá."

Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava: "Minha irmã teve que ir embora para sempre. O papai me disse que a mamãe também irá embora para perto dela em breve. Então eu pensei que a mamãe poderia levar a boneca com ela e entregar a minha irmã.".

Meu coração parou de bater. Aquele garotinho olhou para mim e me disse: "Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda. Eu pedi à ele que esperasse até eu voltar do mercado." Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo, e me disse: "Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ela também não se esquecerá de mim.

Eu amo minha mãe gostaria que ela não tivesse que partir agora, mas meu pai disse que ela tem que ir para ficar com a minha irmãzinha." Ai ele ficou olhando para a boneca com os olhos tristes e muito quietinho. Eu rapidamente procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o garoto: "E se nós contássemos novamente o seu Dinheiro, só para termos certeza de que você tem o dinheiro para comprar a boneca? Coloquei as minhas notas junto ao dinheiro dele, sem que ele percebesse, e começamos a contar o dinheiro. Depois que contamos, o dinheiro iria dar para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco. E o garotinho disse: "Obrigado Senhor por atender o meu pedido e me dar o dinheiro suficiente para compra a boneca".

Aí ele olhou para mim e disse: "Ontem antes de dormir eu pedi à Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, assim a mamãe poderia levar a boneca. Ele me ouviu ... e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa branca para minha mãe, mas eu não ousaria pedir mais nada a Deus.

E Ele me deu dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa branca. Você sabe, a minha mãe adora rosas brancas. Uns minutos depois, a senhora voltou e eu fui embora sem ser notado. Terminei minhas compras num estado totalmente diferente o que havia começado. Entretanto não conseguia tirar aquele garotinho do meu pensamento.

Então lembrei-me de uma notícia no jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado numa caminhonete, bateu em outro carro, e que no carro estavam uma jovem senhora e uma menininha. A criança havia falecido na mesma hora e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, uma vez; que a jovem não sairia do estado de coma.
E pensei, será que seria a família daquele garotinho? Dois dias após meu encontro com o garotinho, eu li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Eu não pude me conter e sai para comprar rosas brancas fui ao velório daquela jovem .... Ela estava segurando uma linda rosa branca em suas mãos, junto com a foto do garotinho e com a boneca em seu peito.

Eu deixei o local chorando, sentindo que a minha vida havia mudado para sempre. O amor daquele garotinho por sua mãe e irmã continua gravado em minha memória até hoje. É difícil de acreditar e imaginar que numa fração de segundos, um bêbado tenha tirado tudo daquele pequeno garotinho.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Fábula - O cão e a ovelha.


Um cão pôs demanda a uma ovelha, dizendo que lhe havia emprestado, para matar-lhe a fome, um belo osso de presunto. A ovelha respondia que nunca lhe pedira emprestada coisa alguma, e ainda menos ossos de presuntos, pois nem seus dentes nem seu estômago se acomodavam em semelhante alimento.
Mas, pobre dela! o cão achou por testemunha um lobo, um urubú e um gavião, e jurando os três terem visto a ovelha receber do cão presunto, roe-lo faminta, foi ela condenada.
MORALIDADE: Por mais razão que tenhas, foge de demandas; ao rico contra o pobre nunca falta apoio de testemunhas capazes de tudo.

Demanda : Processo judicial destinada a reclamar um direito.

Criação Mental - Continuação 8


A mente humana.
Todos sabem o que é mente, por nossa experiência direta como seres mentais. Não precisamos ir muito além dessa noção da experiência para fazermos criações mentais. A rigor, basta aprendermos como usar a mente para este fim. No entanto, por duas boas razões é necessária esta fundamentação teórica que lhe estamos oferecendo. Em primeiro lugar, o trabalho de criação mental requer certa atitude interna, e esta atitude depende de que você esteja emocionalmente convicto de que o princípio de criatividade é de fato próprio do seu ser, é uma verdade cósmica de que você pode se utilizar! Por outro lado, para que sejam possíveis as instruções dessa aprendizagem, é necessário um acordo terminológico; isto é, precisamos escolher um conjunto de termos, claramente definidos, que permitem a comunicação dessas instruções.
Por mente, entendemos o aspecto (ou a fase) do nosso ser que se manifesta e evidencia para nós na atividade interna que chamamos comumente de pensamento. E é nesse pensamento que temos a mais direta e evidente experiência da mente como função do nosso ser. Considerado estritamente, o pensamento envolve atividades como a memorização e a recordação, a associação de idéias e o raciocínio, e aplicações disto como na imaginação. O senso comum que temos destas atividades e aplicações é suficiente para os nossos fins; não precisamos tentar definir cada uma delas com rigor e profundeza (muito menos provar ou demonstrar que elas existem!).
Portanto, a primeira função que estamos evidenciando como característica do nosso aspecto mental é a função pensamento. Não vamos estudar esta função (nem as outras) com profundeza, mas convém mencionarmos que, segundo a nossa terminologia, o pensamento é um resultado do trabalho realizado pela energia psi através das propriedades físico-químicas dos neurônios (nervos) cerebrais. Ora, a energia psi é uma propriedade do campo cósmico, como função da natureza do ser cósmico. Segue-se de imediato que a mente "humana" é uma função cósmica, ou melhor, um conjunto de funções (como o pensamento) que refletem aquela função da natureza do ser cósmico (a mente cósmica). Esta noção é importante para se conscientizar, primeiro, de que o poder de criar mentalmente é inerente à sua natureza humana e, segundo, de que esse poder não é propriamente seu. Este último aspecto desta noção tem um papel psicologicamente positivo a desempenhar na atitude necessária ao trabalho de criação mental.
A mente é ainda o aspecto do nosso ser que se manifesta na atividade interna que chamamos de sensação, como a sensação de ver. Neste particular, ela é menos evidente como experiência interna, porque fomos acostumados a pensar na visão, por exemplo, como um sentido físico. Na realidade, é físico o meio de captação daquilo que deve ser percebido na sensação de ver. Os olhos, os nervos óticos e o cérebro são físicos; mas a sensação de ver pela qual percebemos é... (como dizer?)... "interna", da mente (é uma função transcendente). Assim, uma câmara de televisão não vê; capta ou recebe luz (refletida ou emitida pelo objeto), como os nossos olhos, e produz uma imagem do objeto em seu interior, mas não tem a sensação de ver! esta sensação só ocorre nos animais e no ser humano.
A segunda função que salientamos como característica do nosso aspecto mental é então a função sensação. Aqui estamos particularizando a palavra sensação à percepção decorrente do funcionamento dos sentidos físicos. E as mesmas considerações feitas quanto ao pensamento, relativamente à energia psi, etc., aplicam-se a este caso.
A mente é também o aspecto do nosso ser pelo qual tomamos consciência da espécie de sensação que chamamos de emoção. Assim, vemos um pôr-do-sol numa região tropical e num panorama natural. Temos então a sensação de ver e sentimos uma emoção que nos faz pensar ou exclamar: "que lindo!". A câmara de televisão capta o pôr-do-sol e o reproduz numa imagem em seu interior; mas...
A terceira função da nossa mente que estamos destacando é, portanto, a emoção. Trata-se aqui também de um resultado do trabalho da energia psi através de várias estruturas do nosso organismo, como o cérebro e as glândulas endócrinas.
Enquanto estamos neste assunto, vale a pena destacar que estas três funções básicas que caracterizam o nosso aspecto mental não são de fato, do "ponto de vista da natureza", funções estanques, separadas, independentes; na realidade elas estão intimamente relacionadas entre si; como manifestações do que podemos entender ou postular como uma função transcendente do nosso ser (a mente como função do ser cósmico em nós). Em suas manifestações através das estruturas especializadas do nosso organismo é que essa função cósmica parece multiplicar-se. O que estamos tentando esclarecer com isto é que há "algo comum" a pensamentos, sensações ("físicas") e emoções. Do ponto de vista de nossa consciência destas funções, poderíamos chamá-las todas de sensações. Falaríamos então em "sensação de pensar", "sensação de perceber" e "sensação de emocionar-se". Mas isto complicaria nossa terminologia e causaria confusão. Preferimos por isto especializar o termo sensação ao caso das percepções "físicas". Mas você deve ter em mente essa idéia geral de sensação, aplicada os pensamentos, percepções "físicas" e emoções, com a seguinte definição: reação da nossa sensibilidade natural às manifestações decorrentes do trabalho da energia psi através das estruturas especializadas do nosso organismo. Isto é, a idéia geral que deve pairar sempre em sua mente é a de sentir.
Como analogia para este ponto, você pode pensar na eletricidade e suas inúmeras aplicações resultando em efeitos muitos diversificados. Uma faísca, uma luz, transmissão e reprodução de sons musicais e ruídos, movimentos de máquinas, etc., são diferentes efeitos, manifestações ou expressões de uma só causa fundamental, a eletricidade com as propriedades de sua natureza. Uma luz e a reprodução de um programa musical são fenômenos diferentes, mas por trás deles está, digamos, um mesmo fenômeno fundamental (a eletricidade). Assim, pensamentos, percepções "físicas" e emoções são fenômenos diferentes, mas por trás deles está um mesmo fenômeno fundamental: sensação.
É justamente essa sensação, ou esse sentir, nestas três manifestações, que você deverá usar no trabalho de criação mental.

Continua.....