A Fonte Eterna

Que a Fonte Eterna de Tudo Que Existe Seja Sempre a Nossa Meta

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pensamento


Sem trabalho o homem ainda estaria na infância da inteligência. LE - Allan Kardec

Criação Mental - Continuação 2


O cosmos e o ser humano.
O fato fundamental que permite a criação mental é a constatação de que o cosmos (o universo em geral) é um conjunto de manifestações ou fenômenos que podem ser classificados em duas grandes categorias: matéria e mente. Isto é, reconhecemos no cosmos a existência de coisas materiais, desde as inanimadas ( como pedras e minérios, por exemplo) àquelas que servem de suporte à manifestação da vida (fenômenos biológicos); e reconhecemos também a manifestação de funções mentais ou de inteligência, nos animais e no ser humano. É este duplo reconhecimento que nos permite afirmar, como ponto de partida, que o cosmos é composto de matéria e mente, do ponto de vista de manifestações ou fenômenos, à luz do tipo de inteligência de que somos naturalmente dotados.
Ora, se o cosmos se manifesta à nossa inteligência através desses dois tipos de fenômenos (matéria e mente), podemos inferir logicamente que a eles correspondem atributos da sua natureza. Assim, quando consideramos uma pedra, por exemplo, não devemos pensar nela como uma coisa material à parte da existência ou da "substância" do cosmos e, sim, como manifestação desta essência. A mesma atitude devemos ter com relação à matéria que compõe o nosso organismo, o nosso corpo físico. Analogamente, quando pensamos em nossas funções mentais, não devemos pensar nelas como fenômenos "nossos", à parte da natureza do cosmos, e sim como manifestações de um atributo da natureza e essência do próprio cosmos, através do nosso organismo, ou "em nós".
<matéria e mente são manifestações da essência do cosmos>.
ou:
<matéria e mente são manifestações de atributos da natureza do cosmos>.

A mente cósmica.

O detalhe relevante para o nosso estudo, a respeito das afirmações que já fizemos, é o de que, se a mente do homem é manifestação de uma função do cosmos, então é válido pensarmos na existência da mente cósmica. Isto é, ao fenômeno, que observamos e reconhecemos no ser humano (e nos animais), corresponde um atributo da natureza do cosmos que podemos chamar de mente cósmica. Portanto, simplificando:

<a mente humana é manifestação da mente cósmica>.

Concluímos, assim que há uma relação direta entre a mente humana e a mente cósmica, visto que a primeira pode ser considerada manifestação parcial (em termos de poder e limitações) da segunda. Ou, ainda, as funções da mente humana devem corresponder a atributos da mente cósmica.
Talvez uma analogia de ordem prática ajude-o a compreender melhor essa relação entre fenômenos (ou manifestação) e atributo. Assim, pense numa faísca elétrica; este é um fenômeno comum que você já deve ter visto mais de uma vez. Fenômenos, aqui, é qualquer coisa que aconteça e que você possa observar, direta ou indiretamente, graças aos seus sentidos físicos (visão, audição, etc). Ora, você não pode dizer que a faísca é a eletricidade e, sim, que ela manifesta uma ou mais propriedades da eletricidade, sendo portanto um fenômeno que corresponde a um atributo (uma característica de natureza) da eletricidade.
É mais ou menos através de um raciocínio como o desta analogia que atribuímos os fenômenos mentais que observamos em nós mesmos a uma espécie de propriedade do cosmos, inferindo a existência da mente cósmica, manifesta parcialmente na mente humana.

O campo cósmico.
Precisamos agora da noção de campo (em termos qualitativos e acessíveis a qualquer leigo em física e matemática). Todo mundo sabe o que é um ímã e que polos opostos de dois ímãs se atraem e polos iguais se repelem. Pois bem, imaginemos então um ímã preso sobre uma mesa. Aproximamos dele um outro ímã, sem prendê-lo (empurrando-o levemente). A certa distância do primeiro ímã (sem tocá-lo, portanto), o segundo se move, na direção do primeiro ou afastando-se dele, conforme os polos que aproximamos. O ponto importante, aqui, é que o jogo de ação e reação que resulta no movimento do segundo ímã ocorre antes que os dois se toquem. Portanto, há alguma propriedade no espaço ao redor de um ímã, decorrente da natureza deste. É a todo espaço assim, onde se manifestam sistematicamente uma ou mais propriedades observáveis que se dá o nome de campo. No caso do ímã, tem-se um campo magnético.
Esse espaço de um campo, aparentemente vazio, é de fato um nada aparente e, por conseguinte, não pode ser identificado e caracterizado diretamente ou de maneira absoluta. Sua identificação e caracterização dependem da observação de fenômenos que nele ocorram em função ou consequência de suas propriedades. As propriedades de um campo, então, devem ser encaradas como potenciais de manifestação desse campo (através de fenômenos observáveis). Além disso, tais propriedades estão potencialmente presentes em todo o campo; isto é, podem se manifestar identicamente em qualquer ponto dele.


Continua.....

sábado, 28 de abril de 2012

O Milagre do Presente

Quando um jovem engenheiro se forma e entra para a indústria, depressa distingue dois universos diferentes. Há o universo do laboratório, com as leis definidas das experiências que se podem reproduzir, com uma imagem compreensível do mundo. E há o Universo real, no qual as leis nem sempre são aplicadas, onde os fenômenos são por vezes imprevistos, onde o impossível se realiza. Se tem um temperamento forte, o engenheiro em questão reage pela cólera, a paixão, o desejo de violar essa maldita matéria. Os que adotam esta atitude vivem existências trágicas. Veja-se casos como Thomas Edison, Tesla, Armstrong. Um demônio os arrasta e os incita a abreviar acontecimentos que a natureza dos homens ainda não estava madura para compreender. Por isso devemos entender que muitas vezes projetamos nossos passos para o futuro e quando chega a hora sempre atuamos de improviso. Viver é aceitar cada momento como um presente que devemos abrir e nos maravilhar com o inesperado revestido do previsto.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Pensamento


Conservemos secretos os nossos vícios, a fim de que a sociedade não se enfureça ao saber que deixou por explorar a maior parte dos terrenos.

Transformação da Humanidade


Os estudos mais avançados de psicologia parecem provar a existência de um estado diferente dos estados de sono e de vigília, de um estado de consciência superior no qual o homem possuiria faculdades intelectuais duas vezes superiores. À psicologia das profundezas, que devemos à psicanálise, acrescentamos hoje uma psicologia das altitudes que nos coloca na direção de uma super-intelectualidade possível. O gênio não seria mais que uma das etapas do percurso que o homem pode percorrer dentro de si próprio, para alcançar a utilização das suas faculdades totais.
Numa vida intelectual normal, não utilizamos a décima parte das nossas possibilidades de atenção, prospecção, memória, intuição ou coordenação. Pode ser que estejamos prestes a descobrir, ou redescobrir, as chaves que nos permitirão abrir dentro de nós as portas para além das quais nos espera uma imensidade de conhecimentos. A idéia de uma próxima transformação da humanidade, neste plano, não faz parte do sonho mistico, mas da realidade atual.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pensamento


"O passado é lição para refletir, não para repetir."
Mário de Andrade

Criação Mental - Continuação 1


A arte de estudar
Estamos usando aqui a palavra arte, para não reduzirmos o trabalho de estudar a uma espécie de técnica universal, aplicável exatamente do mesmo modo para todas as pessoas. É preciso sempre levar-se em conta que, se somos semelhantes como seres humanos, estamos diferenciados como indivíduos. Por conseguinte, aprendida uma técnica básica ou, pelo menos, aprendidos os elementos que a devem constituir, cabe a cada indivíduo interessado em estudar usar sua própria experiência para fazer os ajustes apropriados a suas características individuais, transformando assim essa técnica numa arte. Passamos então a apontar esses elementos, considerando que, por outro lado, não nos cabe aqui uma exposição detalhada e desenvolvida de uma técnica de estudo. São três esses elementos básicos: compreensão, memorização e assimilação.
Um estudo como este que vamos fazer tem por finalidade a aquisição e a aplicação de um conhecimento. Para isto, o primeiro passo, ou a providência de partida, é a obtenção da informação necessária. No nosso caso, isto será feito através de leitura. Mas esta leitura precisa ser compreendida; isto é, não se trata de uma leitura para mero deleite momentâneo, distração, ou qualquer outra finalidade passageira. Em outras palavras, a simples leitura não dotará o indivíduo da verdadeira informação, como elemento básico do conhecimento que ele deseja obter e aplicar.
Assim sendo, cabe ao indivíduo realmente interessado em adquirir esse conhecimento trabalhar de modo que adquira de fato uma informação compreendida. Isto significa que ele deverá ler com "preocupação" constante de significado. Por exemplo, deverá procurar num bom dicionário ou numa enciclopédia (conforme o caso) o significado de toda palavra que não conheça ou cujo sentido não consiga inferir do seu uso no texto.
Uma das diferenças entre leitura e estudo está em que, a cada trecho que contém um conjunto completo de idéias, ou em que são apresentadas novas noções, etc, o estudante deve suspender a leitura e se perguntar, "que significa isso que li?".
Quanto ao elemento memorização, trata-se de que o estudante registre em sua mente os pontos básicos da teoria e das instruções práticas do curso. Naturalmente, não se pretende que se memorize as frases propriamente; o importante é que aprenda as idéias que tentamos transmitir através delas. É claro também que se deverá memorizar certas palavras e seus significados, visto que elas constituem a terminologia escolhida para o curso. Os recursos que usamos para o elemento compreensão irão ajudá-lo também neste particular.
O terceiro elemento, para o qual escolhemos o termo assimilação, significa que se deve adquirir um conhecimento que se torne seu. Isto é, não apenas uma informação que se seja capaz de repetir de memória, mas, um conjunto de noções, idéias, conceitos, que se torne apto a usar criativamente. Quer dizer, se deve se tornar a tal ponto senhor desse conhecimento que possa dar ao mesmo uma expressão diferente, própria, individual, em outros termos. Assim, deve ser capaz de explicar o que aprendeu a uma outra pessoa, ajustando a linguagem ao vocabulário e a outras características dessa pessoa. Aliás, aí está um bom recurso para assimilação; imaginar que tem de explicar o que aprendeu a alguém que não pode compreender a explicação nos termos em que aprendeu.
O conhecimento assimilado deve ser também criativo no sentido de que o indivíduo tenha se tornado capaz de desenvolve-lo, complementá-lo, amplia-lo, e aplica-lo a diferentes situações.
O ponto importante está em que se deve trabalhar a informação compreendida e memorizada, para que ela se transforme em experiência pessoal. É isto que faz o verdadeiro conhecimento: experiência pessoal. Isto se constata em outros estudos, como o de matemática e física, em que a assimilação se faz através de exercícios, ou da resolução de problemas, e de aplicações práticas.
Finalmente, mais uma palavra a respeito do objetivo deste curso, do ponto de vista de sua aplicação pelo estudante. Neste sentido, nosso objetivo encerra uma habilidade a ser adquirida. Isto requer treinamento. Ora, um treinamento completo para este fim exigiria um curso muito mais longo e detalhado, com um planejamento didático mais minucioso, e isto o tornaria muito oneroso. Assim sendo, a parte prática do nosso curso consiste em exercícios demonstrativos. Isto é, ante a inconveniência de treinarmos você, fazemos demonstrações de como você próprio deverá treinar, se quiser de fato se desenvolver ao ponto de adquirir a necessária habilidade. O real aproveitamento do curso, portanto, depende do seu esforço para assimilar o conhecimento oferecido naquelas demonstrações (bem como no texto) e aplicá-lo em exercícios que você poderá até criar, à semelhança dos nossos. O nosso objetivo é fazer com que você se torne apto a realizar criações mentais.


Sumário dos pontos apresentados até agora:
- Criação mental: criar na mente, usando-se de certo modo faculdades mentais comuns, para alguma coisa ou situação se concretizar.

- Criação mental requer: conhecimento e habilidade. Para isto é necessário estudo e trabalho. Importantes então: teoria e prática. Teoria sem prática resulta somente em informação. Prática sem teoria resulta em habilidade defeituosa e menos eficaz.
- Elementos básicos de uma técnica de estudo: compreensão, memorização e assimilação. A informação deve ser compreendida e não decorada. Os pontos básicos da teoria e das instruções práticas devem ser memorizados. O estudante deve assimilar o conhecimento oferecido no curso, de modo que possa usá-lo criativamente.
- O estudante deve usar os exercícios demonstrados no curso para treinar até adquirir a habilidade necessária para que ele se torne apto a fazer criações mentais.

Continua.....

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pensamento de Vicente de Paula


Os grandes propósitos são sempre atravessados por diversos obstáculos e dificuldades. A carne e o sangue dirão que é necessário abandonar a missão, evitemos portanto dar-lhes ouvidos. Deus jamais altera aquilo que uma vez decidiu, seja o que for que de contrário nos aconteça devemos ser sempre perseverantes no bem que triunfaremos.

As verdades sublimes não se transmitem de mortal a mortal pelas palavras, mas escolhem o silêncio como caminho que leva às almas – Gibran Kalil Gibran

Lições básicas do treinamento do Mestre da emoção


As lições delicadas do treinamento do Mestre da vida são inesquecíveis. Os Evangelhos foram escritos mais de 20 anos após sua morte, todavia quando eles foram escritos, seus discípulos não deixaram de registrar os detalhes que estou interpretando. É muito raro que os detalhes de um ensinamento perdurem por alguns meses, os ensinamentos que os discípulos tiveram ficaram presentes sobre toda a vida deles, eles registraram muito pouco do que Jesus Cristo falou e fez, mas o pouco que registraram e comunicaram ao mundo, incendiou a humanidade,
Se a educação moderna e a psicologia preventiva descobrissem o treinamento que o Mestre da emoção realizou, elas sofreriam uma revolução.
Não é necessário falar de uma religião, mas falar de sua história, dos seus pensamentos, dos seus gestos, dos seus ensinamentos, do seu singular plano, em um mundo onde a discriminação e o terrorismo se espalha e a vida vale tão pouco, estudar as nobilissimas lições deste Mestre, é brindar a vida.

1- Treine enxergar o mundo dos outros com os olhos deles, e não apenas com seus próprios olhos, não coloque as pessoas dentro do seu mundo, coloque-se dentro do mundo delas, enxergue as suas dificuldades na perspectiva delas, treine-se a ouvir o que as palavras não dizem e a enxergar o que as imagens não revelam, compreenda as causas e não a reação exterior, entenda o que está por trás de cada comportamento;o Mestre da emoção vivia a poesia da tolerância porque conhecia a arte da compreensão .

2- Aprenda a enxergar as suas próprias limitações, tenha coragem para analisar suas deficiências e admitir suas limitações, quem se posiciona como semideus será sempre exclusivista, rápido para julgar e tardio para respeitar;o Mestre da emoção amava ser um homem e procurava romper toadas as barreiras e todas as distancias com todos os tipos de pessoas.

3- Valorize o espetáculo da vida, você nunca será paciente com os outros se for um carrasco de si mesmo e viver esmagado por sentimentos de culpa, treine valorizar cada ser humano solenemente, independente do seu passado e da sua condição social, dê mais honra aos que se sentem pequenos, torne-os grande para você, o Mestre da emoção considerou a vida de cada um de nós como a coisa mais importante do universo, independente dos nossos erros, fracassos e dificuldades, jamais se auto abandone.

4- Veja na arte do perdão um atributo dos fortes, não durma com os seus inimigos, não permita que eles afugentem seu sono e ocupem seus pensamentos, a maior vingança contra um inimigo é perdoa-lo, perdoando-os eles deixam de ser inimigos, manifestando tolerância você os estará estimulando a repensar a rota de sua histórias, o Mestre da emoção navegava nas águas do ódio e do preconceito sem ter inimigos, ele nunca cobrava o passado do homem, somente o estimulava a reescrever seu futuro.

5- Fale a Linguagem da emoção, não se esconda atrás dos seus diplomas, status ou poder socioeconômico, não viva numa bolha de solidão, haverá momentos em que você não poderá estar só, aprenda a falar dos seus sentimentos, não tenha vergonha dos seus conflitos, lembre-se de que o Mestre da emoção não se escondeu atrás do seu poder, treine ser acessível com as pessoas, desça ao nível delas e crie um clima em que elas possam falar das suas feridas, de sua alma, de suas dores silenciosas, o Mestre da emoção conseguia falar no coração dos fracos e dos fortes, dos grandes e dos pequenos, a linguagem do amor era musica em seus lábios, pagou um preço caríssimo por amar incondicionalmente o ser humano, ele expressava ser feliz em terra de infelizes.

6- Tenha coragem, você pode atravessar o deserto da vida, todos passamos por dificuldades, algumas são imprevisíveis e inevitáveis, quem atravessa os vales das doenças emocionais e os supera fica mais bonito interiormente, o Mestre da emoção demonstrava que há sempre um oásis no árido solo da existência humana, procure, ele pode estar mais perto do que você imagina, o Mestre da emoção convidava os homens a aprender com Ele a navegar nas águas da emoção e a beber de sua felicidade e tranquilidade, o convite partia dele, a decisão de aceitar é nossa.

O treinamento da emoção realizado por Jesus Cristo na sua curta trajetória de vida nos deixa boquiabertos, no ambiente onde havia miséria social, e a vida valia muito pouco, Ele exaltou sobremaneira o Ser Humano, e o colocou na escola onde Ele é o Mestre dos Mestres, “ Escola da Existência”. Os que se submeteram ao seu treinamento se tornaram alegres, amáveis, livres e inteligentes, os que eram rígidos aprenderam a ser cordatos e solidários, os que eram fechados aprenderam a sorrir e a ser sociáveis, os que eram impulsivos, aprenderam a ser mansos e serenos, os que eram insensíveis, aprenderam a amar e a chorar, os débeis se tornaram lúcidos, e os loucos se tornaram sábios.

domingo, 22 de abril de 2012


Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar, e falar quando é preciso calar-se."

Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado


Excertos retirados do Livro:
Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado
Autora: Ana Beatriz Barbosa Silva


Os psicopatas em geral são indivíduos frios, calculistas, inescrupulosos, dissimulados, mentirosos, sedutores e que visam apenas o próprio benefício. Eles são incapazes de estabelecer vínculos afetivos ou de se colocar no lugar do outro. São desprovidos de culpa ou remorso e, muitas vezes, revelam-se agressivos e violentos. Em maior ou menor nível de gravidade e com formas diferentes de manifestarem os seus atos transgressores, os psicopatas são verdadeiros "predadores sociais", em cujas veias e artérias corre um sangue gélido.

Os psicopatas são indivíduos que podem ser encontrados em qualquer raça, cultura, sociedade, credo, sexualidade, ou nível financeiro. Estão infiltrados em todos os meios sociais e profissionais, camuflados de executivos bem-sucedidos, líderes religiosos, trabalhadores, "pais e mães de família", políticos etc. Certamente, cada um de nós conhece ou conhecera algumas dessas pessoas durante a sua existência.

O jogo deles se baseia no poder e na autopromoção às custas dos outros, e eles são capazes de atropelar tudo e todos com total egocentrismo e indiferença. Muitos passam algum tempo na prisão, no entanto para a infelicidade coletiva, a grande maioria deles jamais esteve numa delegacia ou qualquer presídio. Como animais predadores, vampiros ou parasitas humanos, esses indivíduos sempre sugam suas presas até o limite improvável de uso e abuso. Na matemática desprezível dos psicopatas, só existe o acréscimo unilateral e predatório, e somente eles são os beneficiados.

Segundo o psiquiatra canadense Robert Hare, uma das maiores autoridades sobre o assunto, os psicopatas têm total ciência dos seus atos (a parte cognitiva ou racional é perfeita), ou seja, sabem perfeitamente que estão infringindo regras sociais e por que estão agindo dessa maneira. A deficiência deles (e é aí que mora o perigo) está no campo dos afetos e das emoções. Assim, para eles, tanto faz ferir, maltratar ou até matar alguém que atravesse o seu caminho ou os seus interesses, mesmo que esse alguém faça parte de seu convívio íntimo. Esses comportamentos desprezíveis são resultados de uma escolha, diga-se de passagem, exercida de forma livre e sem qualquer culpa.

A piedade e a generosidade das pessoas boas podem se transformar em uma folha de papel em branco assinada nas mãos de um psicopata. Quando sentimos pena estamos vulneráveis emocionalmente, e é essa a maior arma que os psicopatas podem usar contra nós.

Com raras exceções, as terapias biológicas (medicamentos) e as psicoterapias em geral se mostram, até o presente momento, ineficazes para a psicopatia. Para os profissionais de saúde, este é um fator intrigante e ao mesmo tempo desanimador, uma vez que não dispomos de nenhum método eficaz que mude a forma de um psicopata se relacionar com os outros e perceber o mundo ao seu redor. É lamentável dizer que, por enquanto, tratar um deles costuma ser uma luta inglória.

sábado, 21 de abril de 2012

"Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio."  

As lições inesquecíveis para a nossa vida do Mestre da Vida

As lições inesquecíveis para a nossa vida do Mestre da Vida*

Ninguém disse o que Jesus disse quando todas as células do seu corpo morriam. Ele nos deu lições inesquecíveis da aurora ao ocaso de sua vida, enquanto proferia belíssimos discursos até as suas reações ofegantes. Mostrou-nos que a vida é o maior espetáculo do mundo!

A vida que pulsa na criatividade das crianças, na despedida dos amigos, no abraço apertado dos pais, na solidão de um doente, no choro dos que perdem seus amados era para o mestre dos mestres a obra prima do Autor da existência. Por isso planejou derramar a sua alma na morte para que a vida humana continuasse a pulsar.

Quando você estiver só no meio da multidão, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas que você nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente em sua emoção e sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se desespere!

Pare! Faça uma pausa na sua vida! Não dispare o gatilho da agressividade e do auto-abandono! Enfrente seu medo! Faça do seu medo nutriente para sua força. Destrave a sua inteligência, abra as janelas da sua mente, areje seu espírito! Não seja um técnico na vida, mas um pequeno aprendiz. Permita-se ser ensinado pelos outros, aprenda lições dos seus erros e dificuldades. Liberte-se do cárcere da emoção e dos pensamentos negativos. Jamais se psicoadapte à sua miséria!

Lembre-se do mestre da vida! Ele nos convidou para sermos livre, mesmo diante das turbulências, perdas e fracassos, mesmo sem haver nenhum motivo exterior para nos alegrarmos. Tenha a mais legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz! A matemática da sua emoção agradece.

Recorde que Jesus Cristo passou pelos mais dramáticos sofrimentos como um ser humano igual a você e os superou com a mais alta dignidade. Seja apaixonado pela vida como ele foi. Lembre-se que por amar apaixonadamente a humanidade ele teve o mais ambicioso plano da história. Recorde que, neste plano, você não é mais um número na multidão.

A vida que pulsa na sua alma o torna uma pessoa especial, inigualável, por mais dificuldades que atravesse, por mais conflitos que tenha. Portanto, erga seus olhos e olhe para o horizonte! Enxergue o que ninguém consegue ver! Veja um oásis no fim do seu longo e escaldante deserto!

Saiba que as flores mais lindas sucedem os invernos mais rigorosos. Tenha convicção de que dos momentos mais difíceis de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos de sua história...

Nunca desista de você! Dê sempre uma chance para si mesmo. nunca desista dos outros! Ajude-os a corrigir as rotas de suas vidas. Mas se não conseguir, poupe energia, proteja a sua emoção, aguarde que eles decidam a ser ajudados. Enquanto isso, aceite-os do jeito que eles são, ame-os com todos os seus defeitos. Amar traz saúde para a emoção.

Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões, ao ouvi-lo, renovavam suas forças e reencontravam um novo sentido para viver! Reacendeu a esperança de muitos, mesmo quando não tinha energia para falar. Compreendeu o que é ser homem e fez poemas sobre a vida até sangrando. Pagou um preço caríssimo para lavrar o árido solo de nossas emoções. Brilhou onde não havia raio de sol. Nunca mais pisou nesta terra alguém tão fascinante como o mestre da vida...


____________________
*Texto extraído do Livro: Análise da Inteligência de Cristo: O Mestre da vida. Augusto Cury. O mestre da vida fez de sua história uma poesia, mesmo preso e torturado. Suas lições inesquecíveis resgatam o sentido da vida e o prazer de viver.

O Secreto Eterno

O Secreto Eterno
LETRA MAESTRO ESTRADA


Ó Deus Onipotente e Puro
Luz que Adentras em minh'alma
Ser Imaculado e Santo
Paz que Penetras em mim

Pela vida Aquele que brota infinito Amor Fecundo
Gera nosso Mundo com o Sublime de Teu Esplendor
Emerge minh1alma com o perfumede teu Ser sempre ameno
E com Teus dons purifica meu humilde ser

Pela vida aqueleque brota infinito Amor Fecundo
Gera nosso Mundo com o Sublime de Seu Esplendor
Emerge minh1alma com o perfumede teu Ser sempre ameno

Ó Deus Onipotente e Puro
Luz que Adentras em minh'alma
Ser Imaculado e Santo
Paz que Penetras em mim

Amém

sexta-feira, 20 de abril de 2012


"Você não pode impedir que os pássaros da tristeza voem sobre sua cabeça, mas pode, sim, impedir que façam um ninho em seu cabelo."

Conflito de Gerações


Conflito de Gerações

Havia um tempo onde a família era o bem mais caro que se podia ter; sou deste tempo, e mesmo vendo que os tempos mudam procuro manter esta instituição que vejo que ao longo dos tempos cada vez será menos importante, pois nos tempos modernos o que tem valor é viver cada instante tentando aproveitar o máximo a vida como se o amanhã não mais existirá, estamos vivendo o momento de ruptura entre o conservador e o contemporâneo, e isto mesmo que não se queira gera sofrimentos a quem está no meio desta mudança.
Os conservadores criaram laços afetivos, que geram uma dependência do ser querido e de sua felicidade, só se sente bem quando todos a seu redor estão bem, mesmo sabendo das diferenças que há entre pessoas, e, buscam na compreensão dos próprios defeitos compreender os defeitos dos outros, sabendo que se deve gostar das pessoas não pelas suas qualidades, mas apesar de seus defeitos, defeitos estes que não firam a integridade física e moral das pessoas, pois aí as feridas são mais profundas e sempre haverá cicatrizes.

As pessoas contemporâneas já não mais se importam tanto com os sentimentos, mas com a experiência de vida, e de sua satisfação pessoal, do viver e aproveitar cada momento e cada instrumento de prazer que a vida dá, e isto hoje não se pode dizer que está errado, pois o mundo e a sociedade está a este caminho, e quem não seguir esta onda e conseguir surfar, será será afogado por ela.

Aprendi a gostar das pessoas, e cada uma que entra em minha vida cria raízes, umas mais profundas que outras, mas são sempre raízes, que por mais distantes que estejam, ou aqui ou em outra vida sempre sentirei um aperto no peito por não poder estar com elas. Entendo a felicidade não como a posse de algo ou de alguém, mas como momentos de convívio, onde a presença e a cumplicidade do momento gera o prazer de se estar perto e sentir o calor humano e o carinho das pessoas.

Nunca em minha vida entendi o amor como o inicio de um relacionamento entre homem e mulher, somente entre mãe e filhos é que isso pode acontecer, o que sempre há no inicio é atração física, interesse por outro; e casamento é sempre no início somente um contrato que se promete conviver e entender o outro; o amor entre casais dificilmente nasce antes dos sete anos de casamento, pois este é o período necessário para que as qualidades e os defeitos sejam pesados e haver a compreensão, ai então começa a nascer o AMOR, não quer dizer que a partir daí não haverá mais desentendimentos, mas que as arestas serão retiradas com mais suavidade.

Viver e se relacionar com pessoas é a coisa mais difícil que há, mas em contrapartida não conseguimos viver sem a atenção de outra pessoa; precisamos de alguém que goste de nós, e na questão dos relacionamentos devemos entender que sempre iremos atrair pessoas do mesmo fator vibratório nosso, ou seja, semelhante atrai semelhante, se não conseguimos nos entender com uma pessoa, e nos afastamos dela, de modo temporário ou definitivo, antes de entrar em outro relacionamento devemos procurar entender o que há de errado conosco também, e procurar corrigir, porque se a outra pessoa que chega agora não tem os defeitos da anterior, pode apostar, vai se tornar muito parecida, porque ela estra convivendo conosco e absorvendo nosso modo de ser, está é a lei, precisamos aprender a viver e nos relacionar, e somente existe dois modos de aprender, observando o erro dos outros, e procurar entender seu sofrimento, ou errando e aprendendo com os próprios sofrimentos, esta é a lei, e não há como mudar.

Ao longo dos anos pelo convívio aprendemos a gostar de pessoas, e este gostar não tem nada a ver com procurar modifica-los, mas a aceita-los exatamente como são, independente do que virá a acontecer, este gostar e esta amizade continuará a ter influência em nossas vidas.

Desejo do fundo do coração que as gerações futuras possam lidar com sabedoria a questão da liberdade individual com a fraternidade universal, com amor no coração embasado na justiça divina, e que a individualidade de viver não mate a instituição da família, mas a transcenda e a sublime. É hora de mudanças, de rompimentos de paradigmas. Estejamos atentos para que nossas decisões sejam as mais corretas possíveis.

Criação Mental - Introduão


Criação Mental

introdução

Todo ser humano civilizado sabe por experiência direta de vida que ele é um ser mental (capaz de pensar, por exemplo) e tem alguma noção prática do que seja criar. O que nem todo indivíduo sabe, porém, é que, como ser humano, ele é capaz de criar mentalmente; isto é, de usar as faculdades mentais que conhece na prática (através daquela experiência direta), de certo modo, com o objetivo de fazer existirem ou acontecerem coisas e situações em sua vida.
Em outras palavras, a criação mental não é um conhecimento inato e consciente no ser humano em geral. Na verdade, relativamente poucos indivíduos humanos já adquiriram esse conhecimento.

É evidente que a criação mental consciente e volitiva requer esclarecimento (conhecimento correto) e desenvolvimento de uma aptidão natural. Ou seja, é necessário primeiro que o indivíduo adquira noções ou fundamentos quanto à sua própria constituição mental ou estrutura psíquica, quanto às faculdades do seu ser que deverá usar na criação mental; e, segundo, que ele desenvolva a necessária habilidade nesse uso particular ou especial de tais faculdades. A aptidão básica é humana; a habilidade específica é individual. Isto é, todo ser humano é potencialmente criador, mas os indivíduos precisam aprender a criar.
São dois, portanto, os requisitos gerais da criação mental: conhecimento e desenvolvimento. O primeiro exige estudo; o segundo, trabalho (exercício).


Importância e necessidade de teoria.
Muitas pessoas tem aversão a estudos teóricos. Isto pode ser devido à sua própria constituição mental e orgânica, a não terem elas aprendido o valor desses estudos, e a não terem adquirido o hábito de estudar. Essas pessoas perguntam: "que devo fazer?" querem então receber instruções práticas diretas, sem quaisquer explicações, e se por a trabalhar, ansiosas por resultados imediatos.
É natural que uma pessoa que não se desenvolveu no trabalho mental ou intelectual de estudar sinta aversão por isto e encontre dificuldade para fazê-lo. Mas este fato não anula o valor do estudo teórico, que leva o indivíduo a mais profunda assimilação e conscientização dos fundamentos de sua prática, tornando-a mais poderosa, seguro e eficaz, na mesma. Por um lado, existem realmente tipos de aprendizagem que dispensam explicação teórica de fundamentos. Isto se deve a que o conhecimento da natureza dos fenômenos envolvidos na prática é irrelevante, dado o caráter exclusivamente utilitário desta última. Por exemplo, ninguém precisa conhecer a físico-química da combustão por atrito, nem química da composição de um fósforo e de sua reação ao ser atritado na caixa, para aprender a utilizar o fósforo na prática e obter fogo. Num caso como este, basta que se saiba o que fazer. Por outro lado, estender extremadamente esses casos particulares a toda e qualquer aprendizagem é, em primeiro lugar, condenar-se a insucesso em muitas aprendizagens importantes e, em segundo lugar, deixar de reconhecer que a própria evolução da humanidade resultou de mais do que um processo puramente prático de tentativa e foi impulsionada pelo crescente e progressivo uso da racionalidade pelos seres humanos.

Importância e necessidade da prática.
Outras pessoas sentem forte fascínio por estudos teóricos, mas não se dispõem a qualquer trabalho sistemático para desenvolvimento e aplicação prática. Os motivos são semelhantes aos do primeiro caso. Com efeito, isto pode ser devido à constituição mental e orgânica dessas pessoas; a não se terem elas conscientizado de que nada existe de fato "em teoria", ou seja, de que qualquer coisa só existe realmente "em prática"; e a não terem elas adquirido o hábito de trabalhar sistematicamente para desenvolver habilidades.
É natural que uma pessoa que não desenvolveu o poder de vontade (ou a força de vontade) e a autodisciplina necessários a esse trabalho sistemático sinta aversão a ele e encontre dificuldade para sustentá-lo com a regularidade que se impõe a qualquer aprendizagem com desenvolvimento de habilidades. As pessoas deste tipo perguntam:"que é isto? como é isto? como se explica isto?" querem então receber explicações, tão completas, detalhadas e profundas quanto possível, mas absolutamente não se dispõem a trabalhar a fim de se tornarem hábeis para fazer. Em muitos casos, nem se interessam em saber o que se pode e deve fazer na prática; em outros, tomam-se de algum interesse teórico neste particular, isto é, tornam-se aptas a responder a pergunta: "que se deve fazer para realizar isso na prática?" Ora, quaisquer que sejam as justificativas, neste caso, elas não anulam o fato já mencionado de que nada existe em teoria. Aliás, quanto mais subjetiva é uma aprendizagem, e quanto mais subjetiva é a aplicação do seu resultado (a habilidade aprendida e desenvolvida), mais é importante a profunda assimilação do conhecimento de causa e razão de ser; mas, por outro lado, mais importante é também a experiência pessoal a ser adquirida pela prática. Precisamente devido ao caráter subjetivo da aprendizagem, não é possível reduzi-la a instruções concretas, como a de manipulação de objetos. O que se pode fazer é oferecer um modelo teórico (explicação, teoria) e dar uma orientação prática baseada em experiência já adquirida e comprovada, a fim de que cada indivíduo possa fazer tentativas mais proveitosas e adquirir sua própria experiência, individual e intransferível (diretamente). Este é tipicamente o caso de uma aprendizagem como a da criação mental.
Por conseguinte e em suma, as pessoas que só fizerem o estudo teórico deste curso ficarão informadas sobre o que é criação mental e o que se deve fazer para este fim; mas não se tornarão aptas a fazer criações mentais. Por outro lado, aquelas que desprezarem o estudo teórico e só se interessarem pelas tentativas práticas poderão ter algum êxito em fazer criações mentais, mas estarão sujeitas a errar mais e sua eficácia será menor. Por isto recomendamos desde já à pessoa interessada neste curso que estude a parte teórica (não apenas leia, como que lê um romance) e pratique os exercícios e a técnica básica de criação mental. 

Continua....... 

Nossos Usuários
Os visitantes podem enviar artigos e opiniões por e-mail que será analisado pelos moderadores da Confraria, e se estiverem de acordo com nossos princípios serão publicados. Sempre levando em consideração que as responsabilidade pelas matérias enviadas são de seu autor.

quinta-feira, 19 de abril de 2012


Tudo Pode Aquele Que Crê.
Os textos aqui postados devem levar em consideração o conhecimento das verdades sublimes, onde a matéria é simples manifestação da vontade do SER, e somente este conhecimento pode libertar o homem, da ignorância a da necessidade de algo de fora para evoluir, tudo que precisamos para isso é crer em Deus como um campo de possibilidades onde através do conhecimento adquirido e a aplicação da vontade direcionada podemos moldar nossa existência aqui na terra enquanto não resgatamos o amor que está preso na jaula criada por nossas necessidades. Tudo nos é permitido, mas nem tudo nos é licito.